Nepal: Vale de Khumbu e Campo Base do Everest
Programa resumido Programa Detalhado
D1: Voos Lisboa-Kathmandu. D2: Chegada a Katmandu, transporte para o hotel em Thamel, um dos bairros mais característicos de Kathmandu. D3: Dia livre em Kathmandu para visitar os diversos locais históricos no vale: Durbar Square, Swayambunath, Pashupatinath, Patan, Bakhtapur, Boudhanath, etc; D4: Transporte para o aeroporto e voo Kathmandu-Lukla (2700m) (50mn). O nosso passeio inicia-se após este espectacular voo com destino à pedregosa e reduzida pista de Lukla. Depois de descarregar-se o equipamento e de uma refeição leve, iniciamos uma marcha fácil até Phakding (2800m) (3h), passando por uns espectaculares rochedos inteiramente gravados e policromados com orações budistas tântricas; D5: Phakding-Namche Bazaar (3440m) (6h). Subida fácil até Monjo, onde entramos no Parque Nacional de Sagarmatha. Segue-se uma descida para o vale do rio Dudh que atravessamos três vezes por pontes suspensas, a última das quais longa e muito espectacular. Subida por entre uma floresta de pinheiros de onde avistaremos, ao longe, o Everest (8848m) e o Lhotse (8516m); D6: Namche Bazaar, dia livre para melhorar a aclimatação à altitude. Esta aldeia é a mais importante de toda a região do Solu Khumbu, muito cosmopolita e cheia de actividade. Não só se organizam aqui as pesadas expedições ao Everest, como também é um importante centro de comércio da região. Ainda hoje se vêem chegar do Tibet caravanas de yaks carregadas de lã e de sal. Poderá visitar o mosteiro de Namche e subir a Syangboche passando por bonitos currais de yaks, onde poderá avistar alguns dos famosos faisões multicolores. D7: Namche Bazaar-Thyengboche (3860m) (5h30). Seguimos por um agradável carreiro a meia encosta na margem esquerda do rio Imja. Atravessamos depois uma floresta e alguns prados onde poderemos encontrar faisões, cabras selvagens e gamos. Passamos por Phunki, após atravessarmos o rio Dudh Kosi numa ponte suspensa. Aqui podemos admirar enormes cilindros de oração movidos pela água. Chegamos a Thyengboche após atravessarmos o característico portão que anuncia a chegada a um mosteiro importante. Daqui teremos um bonito panorama sobre o vale de Imja, de onde se destaca o Lhotse e o Ama Dablam, e o caminho das nossas próximas duas etapas; D8: Thyengboche-Pangboche (3985m) (3h). O mosteiro de Thyengboche é o local de culto mais importante de toda a região, ao qual acorrem peregrinos de todas as proveniências para assistirem ao seu festival anual. De manhã descansamos e visitamos o mosteiro. À tarde faremos uma curta etapa até Pangboche que tem um pequeno mosteiro. Atravessamos uma floresta de zimbros salpicada de inúmeras flores alpestres. No caminho passamos pelo convento de monjas em Debuche, pequeno e humilde, onde se poderão apreciar paredes gravadas com orações mani e bandeiras de oração esvoaçantes; D9: Pangboche-Dingboche (4413m) (5h). Nesta etapa entramos no famoso vale de Khumbu e teremos sempre um bonito panorama sobre o Ama Dablam (6856m), considerado por muitos a montanha mais elegante e sobre a imponente face sul do Lhotse (8516m). Cruzamo-nos com diversas caravanas de yaks num carreiro que, lá do alto, segue a margem direita do Imja Khola. Chegamos a uma zona de prados de altitude e, após a travessia de uma ponte de madeira, deparamos com dois stupas, múltiplos chortens e bandeiras de oração que anunciam a chegada a Dingboche. Se ainda tiver energia, visite o pequeno mosteiro debaixo das falésias acima de Dingboche e as diversas habitações de monjes espalhadas pela encosta. D10: Dingboche-Lobuche (4880m) (6h). Subida regular até Tukla passando por belíssimos prados com muros de pedra e cabanas de rocha onde pastam yaks. Bonita vista para Pheriche e para o leito do Lobuche Khola, em baixo. Encontro com os inúmeros pequenos chortens dedicados a todos os sherpas que morreram no Everest. A partir daqui o caminho é plano até Lobuche e a vista das grandes montanhas nevadas um espectáculo constante; D11: Dia cansativo mas gratificante: Partiremos cedo para Gorakshep (5100m) (3h), de onde iniciaremos a ascensão fácil e facultativa do Kala Pattar (5545m), que demorará cerca de 3h. Sentiremos a altitude a reduzir-nos as forças e avançaremos lentamente. A esplêndida vista do seu cume oferece-nos um espectáculo magnífico das grandes montanhas muito próximas, sobretudo a clássica vista do Everest (8848m), do Lhotse (8516m) e do Nuptse (7855m) e dos seus imensos glaciares. Pernoita em Gorakshep; D12: Visita do acampamento base do Everest, o local onde estacionam as expedições de alpinismo que tentam a escalada do Everest e do Lhotse (3h). Excelente panorama sobre os elevados cumes em redor e sobre a impressionante cascata de gelo que tem um altura de 800m. Regresso a Lobuche. D13: Lobuche-Pangboche (3985m) (5h). Descida do vale ao longo das moreias do glaciar de Khumbu, passando por Pheriche. D14: Pangboche-Khumjung (3660m) (5h30). Khumjung é uma tranquila aldeia pois situa-se à margem dos circuitos turísticos. É também um povoado muito bem ordenado onde as suas gentes usufruem de um nível de vida acima da média. D15: Khumjung-Thame (3800m) (4h30). Bonita marcha ao longo do rio Bhote Khosi com passagem por Thame onde se situa um pequeno mosteiro de monjas. Este vale desemboca no Nangpa La (5200m) que é a rota secular por onde transitam as caravanas de mercadores que se dirigem para o Tibet. Ainda hoje poderemos encontrar caravanas de yaks que transportam sal e lã. Thame possui um importante mosteiro. D16: Thame-Monjo (2835m) (6h). D17: Monjo-Lukla (4h). D18: Voo para Kathmandu, transporte para o hotel, tarde livre. D19-D20: Dias livres em Kathmandu, que servem também como segurança para o caso do mau tempo atrasar os voos de Lukla; D21: Transporte para o aeroporto e voos Kathmandu-Lisboa. D22: Chegada a Lisboa.
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