Rotas do Vento Rotas do Vento
Home  » Utilidades » Diversos » Butão, Tibet, Nepal, Dez 2016

Tibet, Butão, Nepal, Dez 2016


Programa de Viagem -

D1-2
: Voos Rio-São Paulo-Kathmandu.

D3: Kathmandu
Chegada a Kathmandu, transporte para o hotel em Thamel, o bairro mais característico de Kathmandu.
D4: Kathmandu
Dia livre em Kathmandu para visitar os locais históricos: Durbar Square, Swayambhunath, Boudhanath, Pashupatinath, Patan, Bakhtapur, etc.

D5: Lhasa
Transporte para o aeroporto e voo Kathmandu-Lhasa (55mn). Magnífico voo sobrevoando os gigantes dos Himalaias, oferecendo um espectáculo único; transporte para o hotel.

D6-D7: Lhasa
Visitas em Lhasa (3650m). Teremos várias hipóteses de visitas na cidade e arredores. O Potala, o monumental palácio do Dalai Lama com as suas mil salas, dez mil santuários e duzentas mil estátuas que serviu de residência real, mosteiro, sede do governo, escola de lamas, Assembleia Nacional, armazém estratégico de armas e provisões, biblioteca; também contêm os sumptuosos túmulos em ouro dos Dalai Lamas. Diversos fortes e monumentos religiosos, nomeadamente o templo Jokhang (séc VII), no bairro antigo onde deverá deambular pelo Barkhor, o circuito religioso em torno do Jokhang onde cruzará inúmeros peregrinos provindos das regiões mais longínquas do Tibet. Será interessante percorrermos a zona antiga da cidade para apercebermos o que ainda resta desta cultura tão rica e tão singular. Nos arredores de Lhasa poderemos visitar o palácio de Verão do Dalai Lama, o Norbulingka, um pequeno complexo de palácios e de capelas do séc XVIII e os mosteiros de Drepung (séc XV) e de Sera (séc XV).

D8: Gyantse 
Lhasa-Gyantse (3950m) (250 km, 7h). Etapa muito panorâmica. Tomamos a ancestral via das caravanas que se dirigiam para Lhasa, após atravessarmos a ponte sobre o rio Yarlung Tsampo. A estrada subirá até ao colo Khamba La (4900m. Depois descemos para o planalto apreciando a magnífica vista do lago YamdrokYamtso, um dos maiores lagos do Tibet. As suas águas são de um esplêndido azul turquesa e tem a forma de um escorpião. Tornamos a subir, até ao colo Karo La (5045m), o local onde o exército tibetano enfrentou em vão as tropas britânicas em 1904.

D9: Shigatse 
Gyantse-Shigatse (3900m) (90 km, 3h). Visitamos o espectacular stupa Kumbum, o Lugar das Mil Imagens, inserido no extenso mosteiro de Palkhor Chode e podemos subir ao alto da colina para visitar as ruínas do dzong, a fortaleza medieval, e apreciar uma ampla vista sobre a vila, o mosteiro e as montanhas ao longe. Iremos deambular pelas vielas do bairro antigo onde se apreciará o ambiente pitoresco e a arquitectura tradicional. Gyantse foi a terceira cidade mais importante do Tibet, uma vila com um ambiente muito hospitaleiro e que mantém características tradicionais.
À tarde viajamos para Shigatse onde visitamos o mosteiro Tashilumpo, um esplêndido complexo arquitectónico formado por várias edificações, contendo admirável riqueza artística. Shigatse é tradicionalmente um importante centro agrícola produzindo uma grande diversidade de cereais e de legumes. Foi outrora rival de Lhasa em poder militar e religioso até que, no séc XVII, o quinto Dalai Lama unificou o Tibet com o auxílio dos mongóis. O seu mosteiro é a sede do Panchen Lama, o mestre do Dalai Lama por tradição e a segunda autoridade religiosa e política do País.
Everest em Rongbuk
D10: Sakya
Shigatse-Sakya. Viajamos para Sakya. No seu mosteiro fortificado do séc X residiu a autoridade do Tibet central nos séc X a XIV e ainda hoje é a sede da seita nyingmapa, uma das duas mais influentes do País. Depois seguimos pelo desértico planalto tibetano onde em certos locais podemos avistar o Xixa Pangma (8014m), o Cho Oyu (8200m) e o Everest (8848m). Pernoitamos em albergue em Sakya, 4350m (260 km, 5h).

D11: Rongbuk, Everest Base Camp
Sakya-Rongbuk (4980m) (260 km, 5h). Adiante de Sakya desviamos para uma estrada de temonte Everest, 8850mrra que nos conduz para o interior da cordilheira dos Himalaias através do Qomolangma National Park. Com a visão das majestosas montanhas nevadas passamos por aldeias em locais remotos e veremos tendas de nómadas com os seus rebanhos de cabras e manadas de yaks pastando nos prados. Chegamos a Rongbuk, local onde se encontra o antigo mosteiro nyingmapa, o mais alto do Mundo! Espectacular vista da face norte do Everest. Caminhada facultativa até ao acampamento base do Everest, local onde na primavera estacionam as expedições de alpinismo que tentam subir ao cume (1h30). Regresso a Rongbuk e pernoita em albergue.

D12: Shigatse
Rongbuk-Shigatse (4390m). Regressamos no caminho de terra até à estrada onde continuamos na milenar via que conduz a Lhasa e seguimos por um agradável vale cultivado até Shigatse (4h).

D13: Lhasa
Viagem de regresso a Lhasa, final de tarde livre.

D14: Kathmandu.
Transporte para o aeroporto e voo Lhasa-Kathmandu.

D15: Paro
Voo Kathmandu-Paro, transporte para o hotel em Thimbu.

D16: Thimbu
Viagem para Thimbu (2h). Visita à tarde de Thimbu: Visita do Taschichoedzong (dzong = fortaleza), a colossal fortaleza construída no séc XVIII, que é a sede do governo e do clero durante o Verão. Os seus edifícios são ricamente decorados com madeira policromada esculpida e inúmeros frescos nas paredes, nomeadamente mandalas de soberbo detalhe. O extenso terreiro interior é cercado por edifícios administrativos e religiosos. Há a destacar a "Sala dos Mil Budas" que contém uma enorme figura de Buda; Utse, o imponente torreão central é a residência do Je Khenpo; a sala da Assembleia Nacional, coberta de frescos representando cenas da vida de Buda e que tem uma grande mandala pintada no tecto.
Passamos pelo Memorial Chorten, (um monumento religioso típico do budismo tibetano, que contém relíquias de um santo), dedicado ao falecido rei Jigme Dorji Wangchuk e que é um importante local de visita e de devoção.
Visita de uma fábrica de papel manual onde se utilizam cascas de árvores. Passeio pela rua principal de Thimbu para se apreciar a sua dinâmica e o seu comércio. No antigo campo de batalha Changlimithang, agora transformado em campo de desporto, poderemos ter a oportunidade de observar tiro ao arco, o desporto nacional do Butão.
Partida para Punakha após o almoço. Passamos o colo Dochu La (3050m), profusamente engalanado com bandeiras de oração e com um grande chorten, donde teremos um excelente panorama dos Himalaias. Através de uma vegetação densa com magnólias e rododendros, chegaremos a uma zona de culturas semi-tropicais como a banana e a laranja, e múltiplos campos de arroz em socalcos. (2h)

D17: Punakha
Visita de Thimbu de manhã. À tarde partiremos para Punakha, (3h)

D18: Punakha, Wangdiphodrang, Paro 
Visitamos o massivo dzong de Punakha (séc XVII), a capital de Inverno durante 300 anos, situado na confluência dos rios Mo Chhu e Pho Chhu. Hoje, somente o clero se muda para cá no Inverno e notaremos o grande movimento de monges através dos terreiros e das galerias. Contém um pequeno santuário, Dzongchung, do séc XIV e 21 templos com paredes ricamente decoradas com frescos. Mais à frente na estrada, visitamos o dzong de Wangdiphodrang (séc XVII), situado no alto de uma colina escarpada que se destinava não só a fins guerreiros mas também ao controlo dos fluxos de caravanas que circulavam no eixo leste-oeste. Regresso a Paro (5h)

D19: De manhã cedo, faremos uma marcha de 3 horas pela floresta de pinheiros para visita de Taktsang Lhakhang (séc XIV), o Ninho do Tigre, um dos mosteiros mais sagrados dos Himalaias e com uma situação espectacular. Está cravado na face de uma imponente falésia, 800m acima do vale. No séc VIII, o Guru Rimpoche voou do Tibet paraTaktsang no dorso de um tigre. Aí meditou durante 3 meses numa caverna e converteu o vale de Paro ao budismo tântrico. Depois dele muitos outros famosos santos vieram meditar neste local tão intensamente religioso, nomeadamente Milarepa.
À tarde visitamos a fortaleza de Paro. Atravessamos a ponte coberta que dá acesso à monumental fortaleza, o Rinpung Dzong. Visita do interior apreciando a sua singular arquitectura decorada com madeira policromada e esculpida. O seu torreão central, utse, é notável pelo excelente trabalho em madeira e inúmeros frescos decoram as paredes à sua volta. O dzong tem vários salões de reza e de estudo, templos, refeitório, biblioteca e camaratas para os monjes, além dos escritórios do governo distrital.
A pé ou de autocarro, subimos para Ta Dzong, a torre de vigia do vale de Paro, que contém o Museu Nacional. A sua colecção compõe-se das seguintes secções: thangkas, pratas e jóias, estatuária, lajes religiosas gravadas, objectos rituais e instrumentos musicais, armas, objectos e utensílios domésticos, animais extintos embalsamados e selos. Contém também um magnífico santuário.

D20: Kathmandu
Voo Paro-Kathmandu, transporte para o hotel.

D21: Pokhara
Viagem de autocarro para Pokhara, um lugar de notável beleza natural (800m) (6h). Esta longa viagem será uma excelente introdução ao estilo de vida do Nepal e uma boa oportunidade para observar as aldeias e zonas rurais da região com toda a sua dinâmica. Pokhara, cidade encantadora possui vários e belos lagos e oferece vistas panorâmicas espectaculares sobre os picos dos Himalaias. Esta longa viagem será uma excelente introdução ao estilo de vida do Nepal e uma boa oportunidade para observar as aldeias e zonas rurais da região com toda a sua dinâmica.

D22: Pokhara
Visita de Pokhara e o seu bairro antigo e o stupa World Peace. À tarde, passeio de barco no lago Phewa para admirarmos os elevados montes em redor a destacar o monte Machapuchare (6996m).

D23: Kathmandu
Voo Pokhara-Kathmandu, resto do dia livre.

D24: Voos Kathmandu-Rio.

D25: Chegada ao Rio.


Condições Particulares de Participação

Inscrição: Deve enviar-nos a ficha de inscrição preenchida junto com 30% do preço.

Preço: Válido em 2016;

Inclui: Todos os voos mencionados em linha regular, todos os transportes terrestres mencionados no programa, hotéis em Paro e Thimbu (Grade A), estalagens nas restantes pernoitas no Butão em albergues 3*, alojamento em hotel de boa categoria (3*) em quarto duplo com banho em Kathmandu, Lhasa, Shigatse, Gyantse, Pokhara, alojamentos em albergue simples nas outras localidades, pensão completa durante toda a permanência no Butão, taxas de acesso a Yamdrok Tso, Karo La e Everest base camp, assistência de guias tibetano no Tibet e butanês no Butão, pequeno almoço em Kathmandu, guia nepalês em Pokhara, assistência em Kathmandu, visto para o Butão, 
 taxas de acesso aos monumentos.

Não inclui: Visto nepalês: Eur 30, visto chinês: Eur 115, Butão: USD 15, taxas de aeroporto (cerca de USD 25. cada em Kathmandu, Paro e Lhasa), Kathmandu e em Lhasa, seguro de viagem, carregadores para transporte da bagagem caso a estrada perto de Zhangmu esteja aluída, todas as refeições excepto o referido acima, despesas de natureza pessoal, gorjetas.

Nota: O preço dos voos é baseado em estimativas razoáveis para os trimestres futuros. As companhias aéreas poderão impor aumentos de preço dentro de prazos reduzidos por motivos vários que se prendem com economia, segurança e demais exigências legais. O preço dos hotéis e dos voos poderão alterar-se a partir de Outubro.

Alojamento: Por favor tenha em mente que alguns dos albergues/hotéis no Tibet são fracos do ponto de vista de asseio e de conforto. As reservas de quartos frequentemente não são respeitadas e poderão ocorrer alterações de improviso.

Grupo
: mínimo de 4 pessoas.

Programa: Em função das condições do tempo, da condição do grupo ou outras justificáveis, a organização poderá alterar o programa.

Documentação: Passaporte válido, 4 fotografias; vistos: chinês e butanês, a obter em Kathmandu pela nossa agência, nepalês, obtém-se no aeroporto de Kathmandu..

Vacinas: Nenhuma obrigatória.

Equipamento: Nenhum específico.

Advertência
O Butão é um país que aposta no turismo seletivo e a frequência de turistas durante o ano ronda as 18000 pessoas. Os preços das estadias são ditados artificialmente pelo Governo e não refletem o nível de serviço que você receberia na Europa pelo mesmo preço. Os hotéis em Paro e em Thimbu são confortáveis e têm água quente para duche. Além destas duas localidades, os albergues são mais simples.
Não conte encontrar serviços destinados aos turistas, como lojas, restaurantes, bares e outras curiosidades a que poderá estar habituado. O comércio é para consumo dos locais e é pobre, à excepção da loja estatal em Thimbu Handicrafts Emporium.
O serviço dos nossos guias butaneses é eficiente, cortês e de nível europeu. Eles têm elevada cultura e irão contar-lhe as múltiplas lendas e episódios da História do Butão.
Os horários dos voos alteram-se sem aviso e é com pouca antecedência que os conhecemos. Por isso deve considerar que esta viagem poderá durar 10 ou 11 dias no Butão.
O transporte de autocarro é confortável e eficaz, embora lento por se percorrerem estradas de montanha com inúmeras curvas.
Há certos aspectos que não controlamos, como por exemplo, que o guarda de determinado mosteiro ou monumento, normalmente um monge, esteja presente à hora a que você chegue para o visitar (lembre-se que há raros telefones, com excepções em Paro e Thimbu). Ao invés, também poderá ter a sorte de visitar monumentos ou salas dos mesmos que é suposto não podermos visitar, só porque o guarda deixou a porta aberta ou não há mesmo um guarda. Os cortes de electricidade são habituais e recomenda-se que tenha sempre consigo uma lanterna - você poderá ter de percorrer o Museu Nacional Ta Dzong com uma na mão.
Não é permitido fotografar dentro das fortalezas e mosteiros, muito embora haja "alguma" tolerância para fotografia ao ar livre nestes recintos - neste âmbito o bom senso deverá sempre prevalecer.
A alimentação é adaptada ao gosto ocidental num misto de comida chinesa, indiana e butanesa.
Os voos serão reservados e pagos por Rotas do Vento, mas será a nossa agência nepalesa que levantará o seu bilhete de avião em Kathmandu pois terá de fazer-se prova de que integrará um grupo organizado e que o seu visto foi aprovado. Os dois pequenos jactos da Druk Air (British Aerospace com 70 lugares) só voam para os países limítrofes e os bilhetes só são emitidos nesses locais. Há somente outra companhia aérea autorizada a voar para Paro: Buddha Air.
O seu visto para o Butão também será obtido por nós em Kathmandu sendo somente necessário pagar os USD 15 à chegada a Paro, para que lho carimbem no passaporte.
 O Tibet é uma região da China muito sensível dos pontos de vista político, social e cultural. As autoridades chinesas poderão interditar a entrada de turistas no Tibet a qualquer momento e sem aviso prévio, muito embora possam já ter-lhe concedido o visto para o Tibet.
tilha-21abr16






Testemunhos